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Lunedì, 29. Ottobre 2007

Justiça, repressão, liberdade e violência nas ditaduras, anarquias e democracias mafiosas

di onuvifavi, 11:01
Quanto mais a justiça reprime a violência injustificada menores são os danos para a sociedade. Quanto maior é a “civilidade mafiosa” ou anarquista de certas democracias piores são os danos.
A civilidade democrática mais mafiosa é a italiana: os mafiosos passam em média 3 anos na prisão e da prisão podem continuar a gestir os seus negócios, mandar matar as testemunhas que contribuiram à prisão, mandar assassinar quem não cumpre as sua ordens. O jornalista Walter Tobagi foi assassinado por escrever contra a mafia e terrorismo. O assassino do passou na prisão pouco mais de 2 anos. Jornalistas e escritores que escrevem mais abertamente contra a mafia devem viver com as famílias sempre protegidas pela polícia. Juizes que julgam casos de mafia, ou são amigos dos mafiosos e passam com eles férias e fazem carreira ou não são livres de frequntar uma praia frente a casa. O juiz mais favorável à mafia, Corrado Carnevale foi o que fez melhor carreira política. Só num dos seus processos a Torimo foram assassinadas 8 testemunhas, algumas nas vésperas de testemunharem. Assim se compreende que os maiores mafiosos sejam quase sempre absolvidos porque as testemunhas sabem que é quase morte certa se testemunham.
Um polícia que matou um ladrão que lhe queria roubar o carro foi condenado a 14 anos de prisão. Mas muitos assassinos de polícias entram em liberdade dopo poucos meses ou anos. Assassino confessos de dezenas de inocentes passam 3 anos na prisão. Não fazem escândalo porque nenhum jornalista está disposto meter em perigo a própria vida e dos familiares com a citação de um mafioso que entra em liberdade.
Os ladrões são quase sempre condenados com a pena suspensa e não pagam nada ou multas de 10% do que roubaram. Uma cigana ladra foi presa 122 vezes sem passar un dia na prisão.  
Esta “civilidade” com criminosos cria uma sensação de insegurança e origina revolta dos cidadãos, incêndio dos campos dos ciganos, protestos e manifestações mas mais contra os pobres do que contra os grandes mafiosos. Esta civilidade pode originar formas extremas de resolver os problemas como aconteceu ao longo da História com o anarquismo que criou o clima de aceitação das ditaduras, como mal menor da insegurança.
No G8 de 2001 os manifestantes causaram 50 milhões de danos da destruição de Génova. Foi o maior desastre de todos os G8 anteriores e posteriores porque Italia estava no máximo da civilidade mafiosa: muito civil com mafiosos, terroristas e criminosos, menos com as suas vítimas.  
Os nobres dos no-global ideais foram ofuscados pela violência. Indymedia atingiu o máximo de popularidade entre no-global, esquerdas e anarquistas. No G8 da Rússia quase não deu para falar da violência: os manifestantes não chegaram a 200, um preso pagou uma multa e entrou em liberdade sem mortos e feridos como aconteceu a Génova.
Andreotti disse que se tivesse nascido na miséria da Palestina talvez se tornasse um terrorista. È verdade que a fome e miséria aumentam a agressividade. Mas há quem diga que a maioria dos homens-bombas que explodem entre civis ou terroristas que atacam o “Ocidente” nem sempre são dos mais pobres. Quando Saddam dava 25.000 US$ ás famílias dos terroristas era frequente sentirem-se os familiares tornados milionários a manifestarem o orgulho pela morte do seu herói. Imprimiam “santinhos” com a foto dos que tinham matado mais e coleccionavam-nos na escola com as lições de que morrendo a explodir entre infiéis entravam num paraíso de 75 virgens.
Mafia e terrorismo matam quem escreve contra. Assim criam a cultura e civilidade mafiosa contra a pena de morte. Itália é o país mais mafioso e terrorista da Europa ou mesmo do mundo e em primeira linha mundial contra a pena de morte. Máxima liberdade para terroristas e mafiosos, mínima para escritores e jornalistas.