É evidente que muitas vezes custa mais salvar e manter em segurança um único assassino ou terrorista perigoso do que salvar 1.000 crianças inocentes de morrerem de fome. Se a matemática não é uma opinião e se os dados publicados não estão muito errados para mi é evidente que custaria menos salvar 6 milhões de crianças de morrer de fome a salvar 6 mil condenados à morte.
Porque razão muitos dão prioridade a salvar um assassino de salvar 1.000 inocentes?
Na Itália, onde a mafia domina mais na política e cultura, o governo está em primeira linha contra a pena de morte. Assim a mafia pode matar a baixo custo, uma média de €3.000 por assassino. Se, na pior das hipóteses, for preso e condenado, tem a probabilidade passar em média 7 anos na prisão mais civil do mundo, com boa alimentação, TV a pagamento e custos de saúde 2,5 vezes mais da média dos contribuintes.
Na civilidade mais mafiosa lutar contra a pena de morte parece ser a prioridade a exportar e impor à ONU. E se com a morte de um assassino se salvassem 1000 inocentes não era mais civil, justo e ético?
Orgulho ou vergonha da civilidade mafiosa?
Dos dados que possuo parece-me evidente que com a pena de morte melhor aplicada, com a morte de um assassino se podiam salvar 10, 100, ou mesmo mais de 1000 inocentes.
Uma prisão de grande segurança custa nos USA quase um milhão de dólares por cada preso. O Dr. Joseph Lam, (www.pbtm.it em italiano), diz que com €50 se pode abrir um poço na Etiópia que pode salvar da sede e fome muitas crianças e respectivas famílias. Se estes dados não estão muito errados e se a matemática não é uma opinião só com o investimento na prisão para mais um perigoso criminal podiam salvar-se dezenas de milhares de inocentes que morrem de fome.
No UK um preso custa cerca de €50.000 e em Itália €200 por dia, ou seja €73.000 por ano. O Dr. Joseph Lam diz que com €1,5 podemos alimentar uma criança por uma semana na Etiópia onde em 2000 morreram mais de 100.000 pessoas de fome e 80% da população sobrevive com menos de €1,5 por dia. Se estes dados não estão muito errados só com o custa a manter na prisão um assassino perigoso podiam salvar-se de morrer de fome 500 a 1.000 crianças inocentes.
Se estes dados não estão muito errados é evidente que com o que custa criar um novo posto numa prisões e manter dentro um perigoso terrorista ou assassino se podiam salvar milhares de inocentes.
Tenho a impressão de que em Itália é popular lutar contra a pena de morte pelo marxismo cultural mafioso e anti-americanismo comunista.
Marx enganou-se em muita coisa mas acertou que os modos de produção condicionam a política e cultura. A mafia é a maior empresa italiana com um facturado anual que um estudo calculou em 90 biliões de euros mas outros calculam em quase o dobro. A mafia condiciona esta cultura e civilidade mafiosa da prioridade contra a pena de morte para poder matar a baixo custo e deter em exclusiva o melhor poder de condicionar a economia.
Em Itália causou mais escândalo um único condenado à morte nos USA do que 6 milhões de mortos de fome. Porque razão certa sociedade muito civil se escandaliza mais por um assassino condenado à morte nos USA do que por milhões de crianças inocentes que morrem de fome todos os anos? Quantos milhares ou milhões se podiam salvar se os custos e empenho para salvar assassinos fosse orientado para salvar inocentes?
Eu não concordo com a pena de morte como é executada em nenhum país. Mas concordaria com a pena de morte condicional: terroristas e assassinos de inocentes ou trabalhavam o resto da vida e colaboravam para indemnizar as suas vítimas e a sociedade ou seriam deixados morrer e os seus órgãos vendidos em leilão público para salvar outras vidas e indemnizar as vítimas e a sociedade. Assim, com a morte de um assassino podia salvar-se milhares e milhões podiam viver melhor porque não pagariam para os sustentar nas prisões e a criminalidade seria muito reduzida.
Imagino que bastava a morte de um assassino ou terrorista para salvar milhares de inocentes e permitir uma vida melhor a milhões.
Imagino que se todos os que se ocuparam contra a pena de morte se ocupassem de promover melhor, (não mais), aplicação da tortura e pena de morte por um terrorista torturado se evitavam torturas piores de milhares de inocentes e por um morto se evitava a morte de milhares de inocentes.
Bastava o facto de existir a pena de morte e condenar um com grande espectáculo para fazer a melhor revolução moral, judicial e cultural da história Ocidental. Mas isso escandalizava mais a “civilidade terrorista mafiosa ocidental” de milhares de vítimas do terrorismo.
Um terrorista, um único de tantos dos quais não há a mínima dúvida de ser responsável da morte de muitos inocentes, seria condenado à morte condicional: se não colaborasse com a justiça e dissesse toda a verdade incluso contra cúmplices e familiares seria condenado à morte. Mas essa morte passaria por sondagens de opinião e por uma confirmação de uma autoridade política do ministro da justiça, presidente ou comissão política e judicial. Tudo isto contribuía para a moralização social. Os terroristas passaria a saber que não eram os únicos que podiam matar. Os órgãos seriam leiloados para salvar inocentes e indemnizar as vítimas do terrorismo. A tortura não seria bárbara mas isolamento, interrogatórios e falta de alimento. A morte seria indolor em anestesia para aproveitar o máximo dos órgãos para salvar inocentes. Com o dinheiro do leilão dos órgãos e de serviços televisivos indemnizavam-se vítimas e promovia-se uma melhor justiça, mais e melhores juizes, mais bem pagos, serviços de voluntariado de apoio às vítimas e prevenção do terrorismo e da criminalidade.
Se os políticos italianos que se ocuparam contra a pena de morte se ocupassem de melhores políticas de adopções podiam ser adoptadas milhões de crianças que morrem de fome.
Se a informação que se ocupou de defender a pena de morte fosse orientada contra a criminalidade, pela prevenção, por uma cultura de mais civilidade com as vítimas inocentes do que com criminosos biliões de pessoas podiam viver melhor e com menos criminalidade.
O melhor dos melhores links:
ONU e pena de morte: O meu apelo à ONU não vai no sentido de mais aplicação da pena de morte, muito menos na sua exclusão quando com os custos de um assassino se podem salvara mais de 1.000 inocentes. Com melhor aplicação da pena de morte por um assassino morto podiam salvar-se centenas ou milhares de inocentes e milhões de honestos cidadãos podiam viver melhor.
Se há milhões de crianças que morrem de fome não seria prioritário para a ONU promover e facilitar a sua adopção?
S6m=Salvar 6 milhões de crianças que morrem de fome e podiam fazer mais felizes avôs, pais e irmãos. Carta aberta à ONU, Papa, Vaticano, Igrejas de todas as religiões: O pior desta catástrofe humanitária está na facilidade com que se podiam salvar fazendo mais felizes avôs, pais e irmãos. Penso que bastariam outras prioridades e valores da ONU, Papa, Vaticano, Igrejas de todas as religiões, fundações, associações e voluntários...
Quem gastasse o dinheiro ou o escondesse e não pudesse pagar devia ser condenado não às tradicionais escolas de crime com TV satelitar e a pagamento como sucede em Italia mas a trabalho socialmente util.
Politicos de Europa, nosso dinheiro, política, justiça, cultura, ética, filosofia e psiologia para uma mundo melhor: Somas astronómicas dos impostos da Europa serviram para financiar mafias, corrupção política, obras inúteis, estradas privadas para vivendas de boss da mafia, vacas que existiam só nos papeis de um prédio di Roma, ... etc. Em vez de financiar uma justiça que faça restituir o dinheiro a quem roubou, mais 6 milhões de Euros da Europa vão para Oliviero Toscani criar uma imagem positiva dessas regiões onde comanda mais a mafia do que a politica.
A paz é uma das prioridades para um mundo melhor. Mas a maioria dos pacifistas do Occidente está ao serviço dos piores ditadores, terroristas, guerreiros e guerrilheiros. As guerras são horríveis mas muitas vezes são piores as consequências de certos pacifismos parciais ao serviço de ditadores, terroristas e corrupção política.
Penso que a melhor forma de pacificar o mundo será um forte poder à ONU, união dos mais civis contra todas as formas de violência e tribunais internacionais para resolver os conflictos, com menos tolerância da criminalidade e terrorismo. http://vif-onu.beeplog.it/125668_374154.htm
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